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TV

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Fringe: imperdível

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Se você ainda não começou a ver Fringe, corre. A próxima será, provavelmente, a última temporada de uma série inteligente, corajosa e cheia de convicção. Compre as caixas de DVDs, baixe no iTunes, baixa num torrent da vida. Mas veja.

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Mulher Maravilha dá aquele giro mágico e muda de roupa

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Semanas atrás, foi divulgada a primeira foto da nova Mulher Maravilha e a recepção ao traje ultracafona foi azeda, pra dizer o mínimo.

Bom, agora acabamos de ver que o traje vai continuar cafona, mas pelo menos mudaram o desenho das calças colantes para algo menos Piriguete Maravilha. Sai a calça brilhosa (latex?) e entra algo mais discreto ou tanto quanto possível num uniforme tão bizarro.

A atriz Adrienne Palicki, pelo menos, é linda. Menos mal. Mas é difícil levar fé de que essa série vai durar muito, viu? Se fosse na CW, poderia ser. Mas na NBC?

No vídeo abaixo, uma cena registrada durante os ensaios de uma gravação.

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Tem que Ver: Fringe, a série que não tem medo de ser incrível

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Tenho que dizer que minha relação com Fringe não começou bem. Todo mundo gostou do piloto, menos eu. Vi mais dois episódios e achei repetitiva a fórmula de monstro da semana. Mas a série foi me conquistando com roteiros inventivos, uma dinâmica incrível entre os protagonistas e a impressionante coragem de seus criadores e roteiristas. Hoje, é uma das melhores séries dramáticas da disputadíssim TV americana.

Vamos à premissa num nível bem básico: uma agente é convocada por uma divisão nova do FBI que cuida de casos estranhos. Sua primeira missão é trazer para essa unidade um consultor científico: o brilhante Walter Bishop. Só que, para tê-lo por perto, ela precisa cumprir uma exigência: manter Walter sob a custódia do filho, Peter Bishop. Peter é um trambiqueiro que usa seu QI de 193 para aplicar todo tipo de golpe, sem restrição.

Walter é um gênio imbecil (ou pelo menos é isso que nos parece no início da série). Teve um colapso. Pirou. Passou 17 anos num sanatório. Peter é um con man. A protagonista Olivia, a agente interpretada pela limitadíssima Ana Torv, tem imensas dificuldades para se abrir para o mundo. É toda travadinha e sisuda.

A dinâmica é muito parecida com a de Arquivo X: toda semana algo estranho acontece e nossos heróis vão lá desvendar. Em Arquivo X, os heróis investigavam os casos meio que às escondidas ou à revelia de seus chefes. O grupo aqui foi formado justamente porque o comandante da divisão (o agente Broyles) detectou que havia um padrão de fatos estranhos acontecendo com muita frequência. Para Broyles isso indicaria um ponto de virada próximo: algo importante está para acontecer.

(agora, se você não quer saber o que acontece no final da primeira e da segunda temporadas, pare de ler)

(mais…)

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Teen Wolf volta em junho

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Teen Wolf vai voltar. Legal. Era um filmeco que só rendeu porque tinha um astro simpático à frente: Michael J. Fox nos tempos de De Volta para o Futuro.

Agora, bebendo nas fontes de Buffy, Supernatural, Vampire Diaries e Crepúsculo, vão enfiar o pobre moleque no meio de uma conspiração, uma guerra sobrenatural e transformá-lo num lobisomem paladino.

De repente, acaba sendo legal.

Veja três promos:

E o trailer estendido está na Entertainment Weekly

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[ D&D ] Tabela de alinhamento dos Muppets

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Via Nerdist.

Cascata: A Unidos da Tijuca diz que inventou o truque da cabeça caindo

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Acontece de tempos em tempos. Um truque de ilusionismo é executado em rede nacional e algum telejornal revela o segredo, deixando mágicos enfurecidos. Ano passado foi a troca de roupa em um espaço de tempo impossível. Este ano foi a vez da cabeça que cai, conhecida como head drop trick. O público não entende a irritação dos mágicos. Alguém insinua que eles são preguiçosos que não querem criar nada novo. Os incautos caem nesse papo, sem saber que nunca se criou tanta mágica quanto nos tempos atuais. Há um enorme mercado cheio de produtos e lançamentos constantes de novos truques e disseminação de técnicas.

Jornalistas não são mágicos e não têm nenhum compromisso com a profissão que os obrigue a manter segredos. Seus limites estão definidos pela lei. Da mesma forma, os carnavalescos não têm compromisso com o tal juramento de mágico. Eles já incluem o truque no desfile desesperados para contar pro mundo e ganhar mais exposição na TV. E, algumas pessoas certamente vão dizer, se até os mágicos revelam truques, porque alguém que não tem nada com isso deveria se preocupar?

Enfim, infelizmente parece que cada um cuida do seu. Mas a questão é do respeito à ética. Se um segredo não é seu, você tem o direito de revelar? O possível nem sempre é correto. O que PODE ser feito nem sempre DEVE ser. E, enfim, não vai ser o RadarPOP que vai resolver essa questão. Mas a gente pode lançar uma luzinha sobre a cascata alheia. Mas, apenas como exemplo, eu gostaria de ver o que aconteceria se o segredo em torno dos carros alegóricos de uma escola de samba fosse revelado antes da hora do desfile. Cada grupo tem suas regras, suas sutilezas. Saber respeitá-las é algo precioso.

Vai daí que a coreógrafa Psicila Motta, representando a escola de samba Unidos da Tijuca, teve a cara-de-pau de dizer que eles “não usaram a ajuda de mágicos” para conseguir a ilusão. Queriam um efeito e foram atrás da forma de fazê-lo com muita pesquisa. É como se ela dissesse que a turma da Unidos da Tijuca inventou o truque. Como não cubro nem nunca cobri o mundo das escolas de samba e nem sou fã ou me interesso especialmente pelo assunto, não sei quem é Priscila Motta. Aliás, nunca tinha visto a moça antes. Mas ela conseguiu seus segundinhos no Jornal Nacional contando uma cascata (de que seu time de colaboradores criou o que não criou) e se autocongratulando pela própria esperteza. Fazer o que?

A gente pode fazer uma coisa aqui: explicar que é tudo mentira. Que a turma da coreógrafa Piscila Motta não criou nada e apenas foi atrás de executar na avenida uma ilusão que é bem manjada, diga-se de passagem.

O tal do head drop trick já existe há muito tempo. Já apareceu na TV do mundo todo e é uma constante do You Tube. E há tanto vídeos com o truque sendo mostrado quanto explicações de como foi feito. Pior do que desrespeitar um princípio da profissão dos outros é ainda tomar para si algo que não foi você que criou.

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Ajude o Nathan Fillion a comprar os direitos de Firefly

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(É. Repetimos a imagem…)

Ah, se fosse mesmo possível…

Depois do que Nathan Fillion declarou que, se tivesse o dinheiro, compraria os direitos de Firefly, os fãs resolveram criar uma campanha para juntar o dinheiro necessário. Sério.

Colocaram no ar o site Help Nathan Buy Firefly e uma página no Facebook.

A Entertainment Weekly faz uma análise das chances e mostra como os tais US$ 300 milhões dos quais Nathan falou (ele estava meio que brincando, é bom lembrar) seria mais do que suficiente para fazer o negócio acontecer. O problema seria comprar da Fox, que dificilmente iria vender, né?

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Chewbacca vai aparecer no episódio de final de temporada de Clone Wars

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Chewbacca, Chewie, Chubaca… o maior herói peludo de todos os tempos, de fala mansa e tiradas sarcásticas, vai fazer uma aparição no season finale de Star Wars: The Clone Wars que vai ao ar dia 1º de abril nos EUA. (inserir piada com dia da mentira aqui)

Via starwars.com, que não deixa dar embed no vídeo.

Enquanto isso curta o som do hit Chewbacca, What a Wookie, da trilha de O Balconista.

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Marravilha!! – Escolheram a nova Mulher Maravilha

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O nome da nova Mulher Maravilha é Adrianne Palicky. Ela ficou realmente conhecida pela séria Friday Night Lights, que ninguém viu, mas é muito boa.

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Ricky Gervais, o kamikaze do Globo de Ouro

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Ano passado ele foi engraçado. Deu uns sustinhos na platéia aqui e ali, mas se comportou bem. Só que ontem Ricky Gervais roubou a cena como apresentador do Globo de Ouro. Entrou em modo kamikaze e certamente seu agente vai ouvir (se já não ouviu) a célebre ameaça: “você nunca mais trabalhará nessa cidade!”.

Kamikaze por quê? Como tradição, as piadas desses shows tentam ser genéricas. Ataques diretos a astros e estrelas vão para outsiders ou pessoas que caíram em desgraça pública. Sendo assim, fazer piada sobre Mel Gibson é permitido. O cara se enterrou sozinho e fez coisas que a “comunidade’ considera condenáveis. Azar o dele.

Mas Ricky Gervais não gosta de jogar por essas regras. Regras são ruins para o humor. Uma boa piada suplanta a lógica politicamente correta. Numa entrevista a David Letterman semanas atrás Gervais contou sobre como ele e os irmãos teriam pregado uma peça no padre que rezou um sermão para sua mãe morta recentemente. Isso mesmo. Os irmãos fizeram piadas públicas no velório da mãe…

Gervais também sacou o óbvio. Em tempos nos quais as revistas de celebridades transformaram as vidas das celebridades em protonovelas, as piadas genéricas não fazem nenhum sentido mais. Canais como o E! falam diretamente dos artistas de formas nada lisongeiras. Por que, então, manter um decoro que apenas trava as possibilidades do seu humor?

A resposta simples seria: para sobreviver. Mas Gervais sobrevive de outra forma. Ele quer ser o outsider, o cara que diz os absurdos. No seu plano de vôo, o mergulho kamikaze é regra.

E assim foi. Começou dizendo que os melhores efeitos especiais de Sex and the City 2 estavam no photoshop do poster. “Sabemos suas idades, meninas”, avisou. Em seguida, fez uma piada sobre o motivo da indicação de O Turista: “para ter Angelina Jolie e Johnny Depp aqui. Foi suborno!”.

O clima azedou rápido e o presidente da HFPA (Hollywood Foreign Press Association), a entidade que realiza a festa dos Globos de Ouro, entrou dizendo para Gervais que, se ele quisesse algum tipo de ajuda em suas próximas escolhas de filmes, não o procurasse. Gervais não emplacou nenhum filme que preste em Hollywood ainda. Parece que agora isso vai ficar ainda mais difícil.

Mas teve mais. Chamou Bruce Willis de pai do Ashton Kutcher. Fez uma piada veladamente endereçada a John Travolta e Tom Cruise, jogando com os rumores de que os dois são homossexuais e, num dos momentos mais embaraçosos da noite, se não for do ano, anunciou:

“Um dos nossos próximos apresentadores é um ator premiado, diretor, produtor, interpretou esse, esse e aquele personagens icônicos. Senhoras e senhores, Tom Hanks. O outro apresentador… é o Tim Allen.”

O rosto de Allen entrando em cena foi… Constrangedor. Ele estava claramente incomodado. Todos os olhos nele e a verdade nua e crua. Tom Hanks é um gigante e ele é só um ator de terceiro escalão.

As piadas que todos dizem pelas costas emergiram em primeiro plano. Gervais, pro melhor e pro pior, se tornou uma espécie de eco daquilo que o público diz, mas que o decoro e a pompa desses eventos varre para baixo do tapete.

Imagine os bastidores dessa festa.

Mas ele ainda guardou um golpe final para sua última chance de dizer alguma coisa num show desse gênero. Fechou a noite fazendo os agradecimentos de sempre, mas concluiu dizendo: “obrigado a Deus por ter me feito um ateu”.

Pronto. Deu um jeito de ofender até mesmo uma parte enorme dos espectadores. É quase como se ele dissesse: “tá rindo, é? Então toma!”

Se Gervais voltar ano que vem como apresentador, eu vou respeitar muito a coragem da HFPA. Mas acho difícil isso acontecer, hein. Pior pra eles. Valeu minha noite.

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Atualizando com o vídeo do monólogo de abertura, enviado no Twitter pelo leitor @Che_HNVD. Veja antes que tirem do ar:

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