Seriados

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Um novo Peter para Fringe

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É triste, pessoal. Já que Peter Bishop não existe mais (é, coisas de Fringe), um monte de gente famosa resolveu participar dos testes para substituir Joshua Jackson, intérprete do personagem. O resultado está nesse vídeo exibido na COmic Con e divulgado pela Entertainment Weekly, que oferece mais informações bacanas.

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O homem-lobo e a mulher-gato são os heróis do verão na “TV”

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Três semanas atrás, a MTV estreou sua nova versão de Teen Wolf, aquele filme boboca dos anos 80 estrelado por Michael J. Fox. Esta semana, foi a vez de The Nine Lives of Chloe King mostrar uma adolescente duas vezes gata: uma porque é, bem, gata, outra porque descende de uma raça de, hum, seres felinos. Caramba, a TV ficou obcecada por uma espécie de mundo pet!

Me impressionou a forma como os clichês vão se empilhando nesses seriados. A high school, o círculo de amigos, os caçadores da raça em questão: lobisomens ou Meis. É como se alguém fosse pegando os itens em uma prateleira para montar uma mitologia genérica e só fosse mudando os nomes dos arquétipos. Pode ser divertido e, em algum ponto, uma boa idéia pode criar uma desejável divergência que torne o pacote original. Mas vamos combinar que começa mal quem já chega com tanta preguiça mental.

Chloe quer muito ser Buffy. Escalou gente bonita por todos os cantos, mas os atores em geral são bem ruins e a direção é muito primária, com takes óbvios, expositivos, quase didáticos. Teen Wolf é um pouco mais caprichadinha. Ambas vão, provavelmente, confrontar nossos heróis com outros monstros da semana. Não prometem nada de novo, né?

É curioso como hoje a gente vai criando patamares. Qualquer série, mesmo a mais primária, é mais bem acabada que o melhor capítulo de uma novela. Mas entre as séries, há claros patamares de excelência em direção, diálogos, produção. As séries de primeira linha do primetime estão muito além das ambições desses seriados mais simples. E a HBO está tipo uns bons dois andares acima de qualquer esforço. Game of Thrones que o diga.

Ambas bebem também na fonte de personagens como Homem-Aranha, o adolescente que se descobre especial. A sacada da Marvel de transformar poderes incríveis em maldição também está presente: é um barato ter a agilidade de um gato ou um lobo, ser mais forte, cheirar ou ouvir melhor. Mas o fato é que, pelo menos na mitologia perpetuada pela Marvel, esses poderes cobram sempre um preço. Isso me cansa um pouco. Gosto da frase que um amigo costuma usar e que define o espírito de melhor dos mundos: prefiro ser rico e saudável a ser pobre e doente. Mas sem drama, sem conflito, não há história. Então dá-lhe problemas malucos para Chloe e Scott.

Agora… A despeito de tudo, alguém tem uma boa teoria para termos tantos humanos misturados com animais por aí? É o efeito Crepúsculo? É algo mais profundo que, aliás, tornou Crepúsculo um sucesso?

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Fringe: Azul, vermelho, cinza e… amarelo?

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E estou aqui falando de Fringe de novo. É que, se você realmente gosta de Sci-Fi, é um vacilão se não descobriu essa pérola ainda. A série é jênia, é ousada, é enigmática e recheada de personagens incríveis e mitologia cheia de camadas e mistérios.

Na sexta passada, acabou a terceira temporada e os fãs estão desesperados tentando absorver tudo que descobriram. Se você é daqueles que morrem de medo de spoilers, não continue lendo depois do pulo, ok? Vou colocar na mesa duas questões importantes.

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Fringe: os códigos

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Ficou intrigado com aquelas imagens dos comerciais de Fringe? É um código. E nem é um código difícil de ler. Levando a sério minha missão de fazer mais pessoas verem a melhor série Sci-Fi dos últimos anos, ofereço aqui o guia compilado pelos fãs com, inclusive, a decodificação episódio por episódio. O código foi quebrado ainda em 2009 e desde então, o trabalho vem sendo de ficar de olho para saber se não rola alguma informação “valiosa”.

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Fringe: imperdível

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Se você ainda não começou a ver Fringe, corre. A próxima será, provavelmente, a última temporada de uma série inteligente, corajosa e cheia de convicção. Compre as caixas de DVDs, baixe no iTunes, baixa num torrent da vida. Mas veja.

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Mulher Maravilha dá aquele giro mágico e muda de roupa

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Semanas atrás, foi divulgada a primeira foto da nova Mulher Maravilha e a recepção ao traje ultracafona foi azeda, pra dizer o mínimo.

Bom, agora acabamos de ver que o traje vai continuar cafona, mas pelo menos mudaram o desenho das calças colantes para algo menos Piriguete Maravilha. Sai a calça brilhosa (latex?) e entra algo mais discreto ou tanto quanto possível num uniforme tão bizarro.

A atriz Adrienne Palicki, pelo menos, é linda. Menos mal. Mas é difícil levar fé de que essa série vai durar muito, viu? Se fosse na CW, poderia ser. Mas na NBC?

No vídeo abaixo, uma cena registrada durante os ensaios de uma gravação.

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Tem que Ver: Fringe, a série que não tem medo de ser incrível

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Tenho que dizer que minha relação com Fringe não começou bem. Todo mundo gostou do piloto, menos eu. Vi mais dois episódios e achei repetitiva a fórmula de monstro da semana. Mas a série foi me conquistando com roteiros inventivos, uma dinâmica incrível entre os protagonistas e a impressionante coragem de seus criadores e roteiristas. Hoje, é uma das melhores séries dramáticas da disputadíssim TV americana.

Vamos à premissa num nível bem básico: uma agente é convocada por uma divisão nova do FBI que cuida de casos estranhos. Sua primeira missão é trazer para essa unidade um consultor científico: o brilhante Walter Bishop. Só que, para tê-lo por perto, ela precisa cumprir uma exigência: manter Walter sob a custódia do filho, Peter Bishop. Peter é um trambiqueiro que usa seu QI de 193 para aplicar todo tipo de golpe, sem restrição.

Walter é um gênio imbecil (ou pelo menos é isso que nos parece no início da série). Teve um colapso. Pirou. Passou 17 anos num sanatório. Peter é um con man. A protagonista Olivia, a agente interpretada pela limitadíssima Ana Torv, tem imensas dificuldades para se abrir para o mundo. É toda travadinha e sisuda.

A dinâmica é muito parecida com a de Arquivo X: toda semana algo estranho acontece e nossos heróis vão lá desvendar. Em Arquivo X, os heróis investigavam os casos meio que às escondidas ou à revelia de seus chefes. O grupo aqui foi formado justamente porque o comandante da divisão (o agente Broyles) detectou que havia um padrão de fatos estranhos acontecendo com muita frequência. Para Broyles isso indicaria um ponto de virada próximo: algo importante está para acontecer.

(agora, se você não quer saber o que acontece no final da primeira e da segunda temporadas, pare de ler)

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Teen Wolf volta em junho

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Teen Wolf vai voltar. Legal. Era um filmeco que só rendeu porque tinha um astro simpático à frente: Michael J. Fox nos tempos de De Volta para o Futuro.

Agora, bebendo nas fontes de Buffy, Supernatural, Vampire Diaries e Crepúsculo, vão enfiar o pobre moleque no meio de uma conspiração, uma guerra sobrenatural e transformá-lo num lobisomem paladino.

De repente, acaba sendo legal.

Veja três promos:

E o trailer estendido está na Entertainment Weekly

Tchau, Charlie Sheen e Two and a Half Men

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Acho Charlie Sheen um mala sem alça. Não suporto Two and a Half Men, mas é o meu gosto. Milhões de pessoas que adoram a série não podem estar erradas, não é mesmo?

Bom, mas sinto avisá-los que, salvo alguma manobra radical, o seriado e seu astro foram pro saco. É fim de festa. End. Finito. Bye bye. See ya, don’t wanna be ya. Mais uma celebridade derreteu publicamente.

Sheen foi pirando, pirando e acabou de implodir seu ganha pão e seu futuro dando entrevistas malucas em que xingou o produtor da série, Chuck Lorre, e despejou um monte de frases desconexas que só podem ter vindo de um homem com delírios de grandeza. Sheen afirma que está limpo. Se curou do alcoolismo num nanossegundo, a série é dele, Lorre é um monte de coisa impublicáveis. Que ele, Sheen, é um vencedor, acima das pessoas medíocres que precisam frequentar o AA. Mais uma frase gênio: “o índice de sucesso do AA é de 5%. O meu é de 100%”. E, por fim, desafiou Lorre para um duelo no Octagon! (!!!!!!!!!!, pausa: ahahahahahahahahahahahahahahaha!) Tem mais, em inglês, no Huffington Post e no TMZ.

Em suma, com toda essa bagunça, Sheen conseguiu o cancelamento temporário da série que, muito provavelmente, é definitivo. Quem vai querer trabalhar com esse maluco daqui em diante?

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Ajude o Nathan Fillion a comprar os direitos de Firefly

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(É. Repetimos a imagem…)

Ah, se fosse mesmo possível…

Depois do que Nathan Fillion declarou que, se tivesse o dinheiro, compraria os direitos de Firefly, os fãs resolveram criar uma campanha para juntar o dinheiro necessário. Sério.

Colocaram no ar o site Help Nathan Buy Firefly e uma página no Facebook.

A Entertainment Weekly faz uma análise das chances e mostra como os tais US$ 300 milhões dos quais Nathan falou (ele estava meio que brincando, é bom lembrar) seria mais do que suficiente para fazer o negócio acontecer. O problema seria comprar da Fox, que dificilmente iria vender, né?

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