Música

Russel Brand sobre Amy Winehouse: “She Was a Fucking Genius”

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Tem muita bobagem sendo dita. Russel Brand é um palhaço, um womanizer que encontrou Katy Perry e a luz. Mas antes, ele conheceu Winehouse (gostava de chamá-la assim, pelo sobrenome) vagando pelos bares de Camdem Town. E é dele um dos textos mais sinceros sobre a cantora. Abaixo, o trecho em que conta o dia em que, depois de conhecê-la por meses nas mesas e cantos da Camdem sem jamais tê-la ouvido cantar, ele finalmente descobriu do que a moça era capaz:

“I arrived late and as I made my way to the audience through the plastic smiles and plastic cups I heard the rolling, wondrous resonance of a female vocal. Entering the space I saw Amy on stage with Weller and his band; and then the awe. The awe that envelops when witnessing a genius. From her oddly dainty presence that voice, a voice that seemed not to come from her but from somewhere beyond even Billie and Ella, from the font of all greatness. A voice that was filled with such power and pain that it was at once entirely human yet laced with the divine. My ears, my mouth, my heart and mind all instantly opened. Winehouse. Winehouse? Winehouse! That twerp, all eyeliner and lager dithering up Chalk Farm Road under a back-combed barnet, the lips that I’d only seen clenching a fishwife fag and dribbling curses now a portal for this holy sound. So now I knew. She wasn’t just some hapless wannabe, yet another pissed up nit who was never gonna make it, nor was she even a ten-a-penny-chanteuse enjoying her fifteen minutes. She was a fucking genius.”

O texto completo no site dele.

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Fuck Me, Ray Bradbury

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Indicado ao Hugo de Best Dramatic Presentation, Short Form, contra nada menos que três episódios de Dr. Who.

Orquestra Brasileira de Música Jamaicana – O Guarani

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Os caras lançam o primeiro disco hoje de noite no Sesc Pompéia.

Via @maestrobilly.

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A banda de new wave de Hans Zimmer

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Taí uma que eu não sabia. O semideus das trilhas sonoras de filmes Hans Zimmer (que só perde no panteão para John Williams, claro) já teve uma banda de new wave. Mas não é qualquer bandinha, mas sim Os The Buggles, intérpretes de Video Killed the Radio Star, nada menos do que a primeira música evar a tocar na MTV mundial, mandando o recado de que as regras da música mudavam dali em diante.

No clipe da música Zimmer aparece quase no final, lá pelos 2:50. Ele não é o tecladista esquisitão que fica aparecendo durante a música, já que afinal de contas a música estava ali justamente dizendo ao mundo que pra aparecer na TV você precisaria ser mais do que um bom músico.

Partitura

Como a música acalma as feras

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PartituraDesde que o mundo é mundo, a mitologia e a literatura nos contam histórias sobre o poder da música sobre homens e animais, com exemplos clássicos como Orfeu e o Flautista Mágico. Um artigo científico publicado recentemente na revista Nature Neuroscience demonstrou qual o efeito real da música no nosso cérebro, revelando que quando escutamos canções de que gostamos nosso corpo aumenta a produção de dopamina, um neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar. Entre as práticas e experiências associadas à produção de dopamina estão comer chocolate, usar cocaína e até estar apaixonado.

Embora o artigo não explique por que a música é tão importante para nós, os autores disseram que ele prova a sua importância para os seres humanos, comparativa à de estímulos biológicos mais básicos como comida.

A BBC fez um bom resumo da pesquisa pra quem não tiver tempo ou saco de ler o artigo completo.

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