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Para começar, um aviso: tem palavrão. Se você não gosta de ouvir termos chulos tem duas opções:
1. Não ouvir o Radar Pop
2. Pôxa, tenha um pouco de paciência com os palavrões e as grossuras e ouça a gente!!!
Escolha a opção 2, escolha a opção 2, escolh… Ok, ok. Entendeu, né?
Então, baixe seu exemplar aqui, com 37 minutos.

Iniciamos comemorando que totalizamos mais de 200 downloads do primeiro programa e seguimos com agradecimentos e respostas a alguns comentários.
Na pauta, falamos da tomada do Orkut pelos spammers que agora até usam robô safado e imundo para enviar mensagens para os scrapbooks de milhares de usuários da comunidade.
Em seguida, o Cristiano conta que a Rockstar, a empresa que criou o GTA, o jogo mais popular do momento, se prepara pra lançar um filme que só poderá ser visto no Playstation Portable, ou PSP, da Sony. O console portátil, aliás, já está sendo pirateado (ou “pilateado”) nas lojinhas de muamba.
A Etel, uma de nossas ilustres ouvintes (que estudou comigo no Lemos Cunha, na década de 80), é bióloga e faz um apelo comovente para que a gente pare de xingar os spammers de oligoquetas.
A banda Sangue Seco manda a música “Não Religião”. Mande a sua música também, pô!!! Queremos ter sempre umas bandas novas, e boas, para mostrar.
Para fechar o segundo Radar POP, eu apresento a conversa exclusiva que tive com os dois amigos, Antonio e Fernando, que fizeram o famoso (pelo menos na internet…) vídeo Batima Feira da Fruta, em que dublam com toda sorte de palavrões um episódio da série de TV do homem morcego, dos anos 60. Eles têm uma legião de fãs, licenciaram suas vozes para ringtones de celulares e agora querem vender camisetas e outras traquitanas no site que montaram e que estará em manutenção nos próximos dias, o www.batimafeiradafruta.com.br. Dê uma visitada de vez em quando pra conferir, porque é bem engraçado. E confira um recadinho que os dois amigos mandaram para os ouvintes do Radar POP (de novo: fique prevenido que contém palavrões, ok?)
* * *
Foi uma semana intensa. Um monte de amigos e de desconhecidos (vamos chamar de novos amigos, então) mandando comentários, sugestões, reclamações e pedidos nos deram uma verdadeira injeção de ânimo para o segundo programa.
Está longe de ficar uma maravilha, mas o Cris se debruçou sobre um monte de questões técnicas e tentou deixar a coisa toda mais ajeitada na pós-produção. O efeito colateral disso é que demoramos para finalizar o arquivo.
A metragem final ficou menor, com 37 minutos, mas ainda está longe do que todo mundo anda pedindo. Não vamos fazer programas com 15 minutos, não. A meta é ficar em torno de 30 minutinhos, ok? É o formato ideal para que a gente consiga falar de uns dois assuntos, mostrar uma música e apresentar uma entrevista semanalmente. Mas é claro que vamos encontrar o equilíbrio neste mix.
O passo seguinte é ser menos nerd e mais e mais pop. Vai dar um certo trabalho, vamos precisar abrir mais a cabecinha, mas a gente chega lá. Com a ajuda de vocês, é claro.